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SUMÁRIOS
 
 
 
 
VOLUME XIII - 2006
Número 1

Merci pour le chocolat: genealogias e simulacros

Clarice Averbuck**, Lyon


A partir da análise de um filme de Claude Chabrol, o autor põe em evidência as identificações cruzadas dos personagens que constituem uma teia de relações, consideradas ao mesmo tempo como cenas do mundo interno e como processo de relações intersubjetivas do grupo. O problema do conhecimento e das relações entre verdade, falsidade e mentira é examinado através da reflexão sobre as genealogias e a cultura, inscrevendo a problemática do tempo e dos vínculos no processo de humanização. Discute-se a ação desruptiva promovida pela entrada de um elemento novo no grupo, deixando manifesto o amálgama perverso, encobridor da patologia do vazio. Abre-se a discussão sobre o problema do mal.

Descritores: Psicose fria. Amálgama perverso. Tirania-e-submissão. Vergonha primária.


Abstract

Merci pour le chocolat: genealogies and simulacra
Based on the analysis of a movie by Claude Chabrol, the author highlights the crossed identifications of characters, building the net of relationships, seen at the same time as scenes of the internal world and as intersubjective group relations process. The issue of knowledge and the relations between truth, falsehood and lie is analized through considerations about genealogies and the culture, including the issues regarding time and bonds in the humanization process. The author discusses the disruptive action caused by the addition of a new member to the group, wich exposes the perverse amalgam that conceals the pathologies of emptiness. The discussion about the evil is introduced.

Keywords: White psychosis. Perverse amalgam. Tyranny-and-submission. Primary shame.


Resumen

Merci pour le chocolat: genealogías y simulacros
A partir del análisis de una película de Claude Chabrol, el autor pone en evidencia las identificaciones cruzadas de los personajes, constituyendo la tela de relaciones, consideradas a un tiempo como escenas del mundo interno y como proceso de relaciones intersubjetivas del grupo. El problema del conocimiento y de las relaciones entre verdad, falsedad y mentira es examinado mediante la reflexión sobre las genealogías y la cultura, inscribiendo la problemática del tiempo y de los vínculos en el proceso de humanización. Se discute la acción desruptora promovida por la entrada de un nuevo elemento en el grupo, dejando manifiesto el amalgama perverso, encubridor de la patología del vacío. Se abre la discusión sobre el problema del mal.

Palabras llave: Psicosis fría. Amalgama perverso. Tiranía y sumisión. Vergüenza primaria.

 



 
 
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